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Mostrando postagens de setembro, 2012

Metafísica: porque ficamos mais inspirados quando estamos tristes?

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Deve haver uma explicação científica, espiritual ou biológica para nos sentirmos mais inspirados em dias que o ânimo não é lá dos melhores. Há de existir uma razão que desvende a relação da pouca produção de dopamina e endorfina com o aumento da inspiração – algo que nos deixa fragilizado, com a guarda baixa, e a defesa praticamente ausente para vírus e sensações. O certo é que ficamos mais sensibilizados (sensíveis), e provavelmente começamos a exagerar nas emoções. De algum modo o cérebro busca lembranças das nossas fraquezas, trazendo tudo à tona, repetindo cenas e situações que nos deixa para baixo, exaltando todo o nosso pessimismo e diminuindo a nossa esperança – de tal modo que permanecemos por um bom tempo buscando achar um vestígio de algo que nos devolva a paz interior novamente – reestabelecendo a homeostasia. Estranho é pensar que situações assim, acontecem do nada, e não deixam sequer uma razão lógica daquilo que poderia ser a causa desses pensamentos ruins. E esse t...

Fim da linha para as periguetes: Homens preferem mulheres inteligentes!

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Fim da linha para as   periguetes  de cabeça vazia. Uma nova   pesquisa   da Universidade York, no Canadá, descobriu algumas mudanças nas   preferências masculinas : eles   preferem inteligência à beleza   e não se importam tanto com os   dons gastronômicos   das amantes. A  pesquisa  envolveu  12 mil pessoas  (homens e mulheres) de  30 países diferentes , que classificaram os atributos mais importantes na hora de escolher um parceiro. E o resultado mostrou que os  homens modernos se interessam cada vez menos pela aparência física  – inteligência é mais importante.Outras qualidades tradicionais, como cozinhar bem, também caíram no  ranking de atratividade . Mas, entre a mulherada, a preocupação com a beleza do parceiro aumentou. “Nosso estudo sugere que a maior  igualdade entre os gêneros  pode mudar a forma como pensamos no  sexo oposto ”, diz  Marcel Zentner , psicólogo e lí...

Dormir de conchinha pode reduzir estresse

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Aproveitou a noite passada para dormir junto com alguém? E aí, acordou feliz? Se a  ciência tivesse que fazer uma aposta, ela diria que hoje você está bem mais relaxado. A  CIÊNCIA MALUCA  traz uma notícia boa:  dormir de conchinha alivia o estresse . E a culpa disso é dos  hormônios . Segundo pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, dormir ao lado do parceiro diminui o  nível de cortisol   no sangue  – o hormônio do estresse. Isso porque você se sente mais  protegido e seguro  quando  dorme com alguém . Aí, o corpo, relaxado, não vê muito sentido em produzir tanto  cortisol  (hormônio liberado em situações de risco, quando o organismo fica em alerta, pronto para correr ou lutar contra o perigo). Além de diminuir o estresse,  dormir de conchinha  também estimula a produção de  ocitocina (liberado, principalmente, durante o  sexo ). A vantagem é que este hormônio  ...